O atendimento também pode ser indicado para crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, comunicação, atenção, interação, comportamento ou desenvolvimento, mesmo quando ainda não possuem um diagnóstico definido. A compreensão das necessidades da criança não se limita a um diagnóstico, mas considera seu funcionamento, sua história e os desafios vivenciados em seus diferentes contextos.
O acompanhamento é planejado de forma individualizada, considerando as necessidades da criança e da família. Conforme cada caso, podem ser trabalhados aspectos relacionados à comunicação e linguagem, atenção, interação social, autonomia, aprendizagem, funções cognitivas, regulação emocional e habilidades necessárias à vida cotidiana.
A música e o brincar constituem importantes recursos em sua atuação, favorecendo o vínculo, o engajamento e a construção de experiências significativas de aprendizagem e desenvolvimento. Andressa integra conhecimentos e recursos da Musicoterapia e da Psicopedagogia, respeitando o ritmo, os interesses, as formas de comunicação e as possibilidades de cada criança.
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), Andressa também integra ao trabalho conhecimentos sobre comportamento e aprendizagem, que auxiliam na compreensão das necessidades individuais da criança. A observação sistemática contribui para identificar habilidades já adquiridas, necessidades de apoio e condições que possam favorecer novas aprendizagens, permitindo estabelecer objetivos e acompanhar o desenvolvimento ao longo do processo.
A família ocupa um lugar importante nesse acompanhamento. A escuta dos pais, a compreensão do que acontece fora do consultório e as orientações aplicáveis à rotina familiar contribuem para que as habilidades trabalhadas durante os atendimentos possam ser ampliadas e utilizadas em diferentes situações do cotidiano.
Mais do que aplicar atividades, o trabalho busca compreender como cada criança aprende, se comunica, se relaciona e quais caminhos podem favorecer o desenvolvimento de suas potencialidades.
A criança não precisa se encaixar no atendimento. O atendimento é pensado a partir de quem ela é.